DILMA RESENDE

DILMA RESENDE
ESPECIALISTA EM DIREITO DIGITAL E T.I.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

ATUALIZAÇÃO DO SITE

Caros Amigos,

Comunicamos que o nosso site WWW.GLOBALEAD.COM.BR, estará fora do ar para manutençao.

Retornaremos com Cursos atualizados e muitas novidades.

Aguardem e precisando contactar, acessem o e-mail:

contato@globalead.com.br
contato@consultoresnet.com.br


Dilma Resende

quinta-feira, 17 de junho de 2010

CURSOS ON LINE

Olá.
Vc ja conhece os cursos on line, na área de Direito Digital ?

ESCOLHA O SEU E ATUALIZE-SE

www.globalead.com.br

quarta-feira, 16 de junho de 2010

A SOLUÇÃO

Bem,

proposta a enquete , ja pensei na solução.

VAMOS FAZER A CAMPANHA AQUI MESMO.
VOU TENTAR POSTAR TODOS OS DIAS, uma aulinha básica sobre
"COMO PERDER O MEDO DO COMPUTADOR".


Boa noite.

Dilma Resende
Especialista em Direito Digital e TI

ENQUETE

Olá amigos,

sao 00.19 e resolvi ter uma ideia ..daquelas de fim de noite e começo de madrugada, quando vc perde o sono e começa pensar em que pode fazer para melhorar o sistema.
A pergunta : É POSSIVEL MELHORAR O SISTEMA?

Baseado nesta pergunta, e para que eu consiga ter uma boa noite de sono, vou lançar aqui uma enquete.

COMO FAZER OS NOSSOS OPERADORES DO DIREITO (A GRANDE GRANDE GRANDE MAIORIA)DEIXAREM DE SER TÃO ANTI-DIGITAIS E TENTAREM ENCARAR O COMPUTADOR COMO UM ALIADO E NAO UM MONSTRO???
Sim.... isso somente para começar, porque o segundo passo, é eles QUEREREM entender um pouquinho do processo todo.
DEVEMOS ACORDAR (mais ainda nem dormi).. QUE A NOSSA SOCIEDADE É DIGITAL .........
O TEMPO TODO.

ALGUEM DISCORDA?

Dilma Resende
Especialista em Direito Digital e Ti

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Computador + Direito

Prezados Amigos que militam nas duas áreas.... (Computação + Direito)

Aliás, já sai na frente anos luz, quem te as duas formações.
Um profissional juridico da área Digital e Ti, tem várias possibilidades de atuaçoes, tendo em vista que os ramos do Direito se comunicam e se entrelaçam, como por exemplo o Constitucional, Penal, Civil, Trabalho... etc.
Assim, é possivel atuar em vários temas tranquilamente.
Porém se como nosso amigo Clayton, que é formado em Ciência da Computação com MBA em TI, complementar com Direito e se especializar nessa área de atuação, é possível galgar caminhos mais diversos e com certeza searas muito prazeirosas de trabalhar, tais como Perícia Digital, Segurança da Informação, etc.
Obviamente, que como comentou o Alessandro no último post, durante a jornada, a área que a pessoa mais se identifica vai se manifestar espontaneamente, mas desde já, parabenizo a empreitada e confesso que é uma excelente junção.

Dilma Resende
Especialista em Direito Digital e T.I.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Aos profissionais em geral

Aos profissionais em geral

Os profissionais de informática em geral, hoje menos que na década de 90 sem dúvida, se vangloriam de possuir conhecimentos além da compreensão humana. Alguns, como muitos especialistas, não se dão ao trabalho de explicar em nenhuma língua o que é uma linguagem de programação. Então, cercados nos seus próprios mundos, não enxergam que tal isolamento os faz ganhar menos do que deveriam, simplesmente porque ninguém entende muito bem o que fazem.

Concluo que o isolamento é o pior que se pode haver para um profissional. Abraçar outras áreas é a solução para se entender as dificuldades de cada segmento, obter a melhor precificação de seus serviços e até mesmo para saber para qual lugar se inclina mais o coração. Afinal de contas, como saber qual a melhor escolha sem conhecer as opções?

Pessoalmente, escolhi engenharia quando ainda era garoto. Todavia administrar pessoas sempre me fascinou e já faz dez anos que tenho uma queda por Direito. Já amei e repudiei minha profissão algumas vezes ao longo de toda a minha vida. Diversifiquei: tentei aprender o máximo que minha maturidade permitiu por cada lugar que passei, embora nem sempre como engenheiro.

Isto deve ser normal.

O Direito tem muitas áreas: Constitucional, Penal... E até TI. Unindo o meu trabalho ao de minha mulher, especialista em Direito digital, consegui a sinergia necessária para achar o meu Norte.

Atualmente desenvolvo plataformas de ensino a distância para vários cursos de pós-graduação da Universidade Gama Filho, entre outros trabalhos. Negocio com esta universidade um curso de Direito e TI que será ministrado por Dilma, dona deste blog.

Ou seja, é preciso ter fé Naquele que dá o norte da bússola, aprender o máximo possível...

E ir à luta.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Livro discute se a internet está 'destruindo mentes'

Livro discute se a internet está 'destruindo mentes'
Autor acredita que tecnologia tirou o pensamento aprofundado do homem.
Ele desativou contas em redes sociais para criar a tese.

DO SITE WWW.G1.GLOBO.COM

Quando o autor Nicholas Carr iniciou as pesquisas para o livro que busca descobrir se a internet está destruindo as mentes das pessoas, ele restringiu seu acesso a e-mails e desativou suas contas no Twitter e no Facebook.

Seu novo livro "The Shallows: What the Internet is Doing to Our Brains" ("O que a internet está fazendo com nosso cérebro") argumenta que os últimos avanços da tecnologia nos tornou menos capazes de pensamento aprofundado. Carr se descobriu tão distraído que não podia trabalhar no livro enquanto estava conectado.

"Eu descobri que minha incapacidade de me concentrar é uma grande deficiência", disse Carr.
"Então, abandonei minhas contas no Facebook e no Twitter e reduzi o uso de e-mail de modo que eu apenas checava algumas vezes por dia em vez de a cada 45 segundos. Descobri que esse tipo de coisa realmente faz a diferença", afirmou ele.

Depois de inicialmente se sentir "perdido" por sua súbita falta de conexão on-line, Carr afirmou que após algumas semanas foi capaz de se concentrar em uma tarefa por um período sustentado e, felizmente, conseguiu terminar seu trabalho.

Carr escreveu um artigo para a revista Atlantic Magazine em 2008 em que trouxe a público a famosa dúvida "O Google está nos tornando estúpidos?" e resolveu estudar mais fundo como a internet altera nossa mente.

O livro examina a história da leitura e aborda como o uso de diferentes mídias muda o cérebro. Explorando como a sociedade mudou da tradição oral para a palavra escrita e para a internet, ele detalha como a mente se reorganiza para se ajustar a novas fontes de informações.
A leitura na internet mudou de forma fundamental a maneira como nós usamos o cérebro, segundo o autor.

Encarando uma enxurrada de textos, fotos, vídeos, músicas e links para outras páginas, além de incessantes interrupções geradas por mensagens de texto, emails, atualizações no Facebook, tweets, blogs e feeds RSS, nossa mente se acostumou a navegar e a escanear informações.

Como resultado, desenvolvemos habilidades na tomada de decisões rápidas, particularmente as baseadas em estímulos visuais, afirma Carr. Mas, agora, a maioria de nós lê com pouca frequência livros, ensaios longos ou artigos que nos ajudam a concentrar e sermos mais introspectivos e contemplativos, diz o autor.

Bibliotecários?
Para Carr, estamos nos tornando mais como bibliotecários, capazes de encontrar rapidamente informações e perceber quais são as melhores, do que acadêmicos que são capazes de digerir e interpretar a informação.

A falta de foco afeta a memória de longo prazo, levando muitas pessoas a se sentirem distraídas, afirma o autor.

"Nunca ativamos as funções mais profundas, interpretativas de nosso cérebro", disse ele.
Para ilustrar esse ponto, ele compara a memória de curto prazo a um dedal e a de longo prazo a uma grande banheira. Ler um livro é como encher a banheira com água a partir de um fluxo constante de uma torneira, com cada porção de informação sendo construída a partir da anterior.

Em contraste, a internet é um conjunto infinito de torneiras abertas ao máximo, nos deixando tomados de porções pequenas de informações desconexas para encher a banheira, o que torna mais difícil para a mente fazer as conexões necessárias que permitiriam seu uso posteriormente.

"O que estamos perdendo é todo um conjunto de outras habilidades mentais, aquelas que requerem não a mudança de nosso foco, mas a manutenção dele sobre um ponto", disse o autor. "Contemplação, introspecção, reflexão, não há espaço ou tempo para isso na internet".

Carr sustenta que durante séculos os livros protegeram a mente da distração, concentrando o foco em um assunto por vez.

Mas com aparelhos como Kindle e iPad, que incorporam leitores de livros digitais a browsers de internet, se tornando comuns, Carr afirma que os livros também vão mudar.

"Novas formas de leitura sempre exigem novas formas de escrita", diz ele.

Se os escritores atuam em uma sociedade que é cronicamente distraída, eles inevitavelmente vão desistir de argumentos complexos que requerem atenção contínua para escreverem pequenas quantidades de informação.

Carr tem uma sugestão para aqueles que sentem que navegar pela internet os deixou incapazes de concentração: reduza o ritmo, se afaste da internet e pratique as habilidades de contemplação, introspecção e reflexão


E VOCÊ, AMIGO LEITOR?
QUAL A SUA OPINIÃO? COMO VC SE SENTE EM RELAÇÃO A ISSO?
Eu, confesso que nao sei mais viver sen a tecnologia e a internet, mas é um bom tema para refletirmos.

Dilma Resende
Especialista em Direito Digital e Tecnologia da Informação

quinta-feira, 3 de junho de 2010

quarta-feira, 2 de junho de 2010

ESPETACULAR

26/05/2010 - 09h38
Lei antibullying é aprovada por unanimidade na assembleia gaúcha
Flavio Ilha
Especial para o UOL Educação
Em Porto Alegre



A Assembleia Legislativa gaúcha aprovou na terça-feira (25), por unanimidade, uma lei que prevê políticas públicas contra o bullying nas escolas de ensino básico e de educação infantil, privadas ou do Estado, em todo o Rio Grande do Sul.

"Estamos diante de uma epidemia social muito grave, inclusive com tentativas de suicídio e agressões a professores", justificou o deputado Adroaldo Loureiro (PDT), autor do projeto.

A decisão foi motivada pela morte de um adolescente de 15 anos em Porto Alegre, há duas semanas, vítima das agressões de um colega. Ele foi morto a tiros porque reagiu às frequentes humilhações a que era submetido pelos agressores.

Crime e castigo
O texto aprovado pela Assembleia gaúcha permite que as escolas documentem a incidência e a natureza das ações de bullying, com a identificação dos agressores. Além de planos de prevenção e combate às práticas de intimidação física e psicológica, as unidades de ensino também deverão treinar professores e funcionários para "abordagens de caráter preventivo".

A proposta classifica como bullying toda a violência física ou psicológica, intencional e repetitiva, que ocorra sem motivação evidente com o objetivo de intimidar, isolar ou humilhar uma ou mais pessoas e que cause dano emocional ou físico às vítimas, além de "desequilíbrio de poder" entre as partes envolvidas. O texto aprovado não prevê punições aos agressores.

O deputado disse que não cabe à assembleia propor sanções aos praticantes de bullying. "Prever punições é tarefa do Executivo, que pode e deve fazer isso quando regulamentar o projeto. Por outro lado, a lei abre a perspectiva de que as próprias escolas criem ações repressivas no seus regimentos internos. Isso é perfeitamente possível", disse Loureiro.

Loureiro também informou que eventuais punições a agressores já são previstas no Código Penal, quando os alunos forem maiores de idade, e no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente). O deputado citou os artigos 146 e 147 do Código Penal, que tratam de constrangimento ilegal e ameaça, como suficientes para punir ações de bullying.

Diálogo e paz
Mas, segundo o deputado, mais do que punir, o objetivo da lei é estimular o "diálogo e a paz" entre alunos, pais e educadores. Ele afirmou que os agressores também são vítimas de uma pressão cultural em que a imposição física é uma exigência.

"Não dá para ignorar o problema, que é grave e atinge todas as escolas. O governo e as instituições de ensino precisam criar políticas antibullying efetivas, que funcionem", disse. Segundo ele, a lei cria as condições de implementação dessas políticas.

O governo elogiou a iniciativa da casa, mas ressalvou que já se ocupa do tema. "Há pelo menos três anos, as equipes da Saúde Escolar atuam sistematicamente para combater a violência no ambiente da escola. O projeto é bom, mas a preocupação não é nova na rede pública de ensino", disse o secretário de Educação, Ervino Deon.

A governadora Yeda Crusius (PSDB) afirmou que vai sancionar a medida.


PESSOALMENTE ACHO QUE FOI A MELHOR NOTICIA QUE RECEBI NOS ULTIMOS TEMPOS.
SIGNIFICA UMA ENORME EVOLUÇÃO E OS OUTROS ESTADOS DEVERIAM ADERIR.

Dilma Resende
Especialista em Direito Digital e T.I.